quinta-feira, 10 de junho de 2010

Seguros podem evitar problemas e gastos em viagens

Obrigatoriedade do seguro em alguns países europeus impulsiona procura; confira casos de quem precisou dele.

Uma das primeiras coisas em que o viajante pensa ao marcar uma viagem é deixar os problemas para trás. E isso inclui torcer para que a mala não extravie ou para que nenhuma doença ou pé quebrado estrague o passeio.

Mas só torcer não adianta. Ao fechar seu pacote, faça o seguro-viagem para amenizar eventuais transtornos e evitar gastos desnecessários.

Embora o melhor seguro seja aquele que você não usa e joga no lixo quando retorna, é sempre importante consultar as condições de assistência e os valores das coberturas.

Com valores para diferentes bolsos, os seguros de viagem mais baratos costumam cobrir até US$ 6 mil em caso de assistência médica. Entre os serviços mais top, o valor pode chegar a US$ 1 milhão.

Ingrid Davidovich, 45, diretora de marketing, lembra quando estava com seu marido em um kibutz, comunidade autônoma israelense, a cerca de 15 minutos de carro da cidade mais próxima.

"Era por volta de 23h30 e meu marido teve uma febre e uma crise viral. Telefonamos para a empresa de seguro contratada, que nos atendeu em português. Retornaram o contato em dez minutos informando que um táxi nos levaria ao hospital mais próximo e, em 15 minutos, o carro já havia chegado", conta.

Simone Vieira, 28, turismóloga, viajou à Austrália para fazer um curso. "Contratei o Medibank, seguro de viagem obrigatório na solicitação do visto. Logo nos primeiros dias tive dores no abdome. Descobri que era um problema no ovário e tive que me submeter a uma pequena cirurgia", recorda.

Para ela, a experiência superou as expectativas. "Foi até melhor do que eu estava pensando, mas o fato de escutar o médico falando em um idioma que não dominava muito na época e marcando uma cirurgia é um pouco assustador", lembra.

FIQUE ATENTO

Segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), vinculada ao Ministério da Fazenda, a contratação de seguros de viagem cresceu 134% entre janeiro e abril de 2010. Um dos motivos do crescimento é a obrigatoriedade do seguro para entrar em países da União Europeia.

Mas ter um seguro-saúde não significa estar a salvo de todos os problemas que podem ocorrer na estadia fora de casa. Alguns deles não cobrem, por exemplo, procedimentos referentes à gravidez, como parto. Por isso, leia atentamente o contrato antes de assiná-lo.

Problemas decorrentes de hipertensão e diabetes também entram na lista proibitiva, assim como enfermidades atribuídas ao vírus HIV.

Dependendo do contrato, lesões decorrentes de esportes considerados perigosos, como paraquedismo e esqui, também estão entre os serviços de assistência que podem não ser cobertos. Olhar com atenção as condições gerais é a melhor dica para evitar surpresas indesejáveis.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Imóveis e Seguros

Interessados em comprar um imóvel devem pesquisar os tipos de seguros mais interessantes para sua necessidade

A explosão do mercado imobiliário é um movimento importante para a atividade seguradora. À medida que edifícios de todo tipo pipocam pelo País, surgem novas demandas por proteção, desde o momento da incorporação do terreno até depois da entrega do bem, quando a lei impõe aos edifícios em condomínio a contratação de seguros obrigatórios que, se não forem feitos, podem colocar o patrimônio do síndico para responder pelos prejuízos.

Quando o cidadão comum pensa em seguros para um edifício, vê basicamente os de incêndio ou patrimoniais contratados para garantir o condomínio após sua ocupação. Raramente lembra que a construção do edifício implica num rol de seguros, como os de risco de engenharia e responsabilidade civil, além das apólices de seguros de garantia de obrigação contratual, que garantem a entrega da construção nos parâmetros previstos.

Estes seguros são contratados para praticamente todas as construções e garantem os valores necessários a fazer frente aos riscos que ameacem a obra durante sua execução. O seguro de risco de engenharia é a mola mestra do programa de proteção para os riscos físicos, garantindo danos sofridos pela obra, seu canteiro e conteúdo durante os trabalhos de edificação.

Os seguros de responsabilidade civil garantem danos causados a terceiros em função da realização das obras. É o seguro que indeniza eventuais rachaduras nos imóveis vizinhos e até a interdição total do imóvel pelo risco de desmoronamento. O seguro de responsabilidade civil cruzada garante o pagamento de indenizações por danos causados uns aos outros, pelo responsável pela obra e seus subcontratados, incluídos os funcionários.

Mas os seguros à disposição dos responsáveis pela incorporação, construção e comercialização de um edifício vão além e disponibilizam garantias como a entrega do edifício em caso de impossibilidade da conclusão da obra pelos incorporadores ou construtores. O que pode fazer a diferença como ferramenta de vendas, já que dá ao adquirente a certeza da qualidade técnica da obra (avaliada por uma seguradora), bem como do recebimento do imóvel dentro das condições combinadas.

Há ainda toda uma gama de seguros destinados a garantir o pagamento do imóvel em caso de falecimento, invalidez permanente ou desemprego do adquirente. Seguros de vida da modalidade prestamista, seguros de vida tradicionais, seguros de acidentes pessoais, seguros com cláusula de indenização das prestações em caso de desemprego temporário são produtos comuns e que estão à disposição do mercado para garantir o pagamento do imóvel, protegendo a família do adquirente, o agente financeiro e o incorporador.

As regras para seguros habitacionais foram flexibilizadas e hoje há uma lista de garantias diferentes à disposição dos compradores de imóveis. Cabe a eles desenharem o modelo mais adequado às suas necessidades.

É sempre bom lembrar que os negócios envolvendo imóveis são diferentes entre si, por envolverem bens e condições contratuais particulares para cada operação. Um prédio que ainda não começou a ser erguido tem necessidades de seguros diferentes de um que está concluído, mas que ainda não foi entregue. E os seguros para um prédio que está concluído e entregue também são diferentes. Imóveis antigos não precisam dessa mesma gama de coberturas. Imóveis pagos à vista não precisam ser protegidos por seguros de vida. Assim, sabendo que existe uma grande oferta de produtos para atender necessidades variadas de proteção, a melhor coisa que o interessado na aquisição de um imóvel faz é procurar um corretor de seguros para saber o que melhor se aplica às suas necessidades.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Estabeleça uma boa amizade com seu dinheiro

Muitas pessoas acreditam que seus problemas financeiros tem raiz no dinheiro em si, e não no comportamento quanto ao uso do dinheiro. Seria mais ou menos como dizer que os casos fatais de acidentes automobilísticos fossem responsabilidade dos carros - e não dos seus condutores - o que é impossível, pois o carro, sozinho, não tem controles ou inteligência para decidir o que fazer e para onde ir.

O comportamento das pessoas em relação ao dinheiro é o ponto de origem tanto da prosperidade quanto da dificuldade financeira. Se vemos o dinheiro como algo bom, capaz de realizar nossos desejos e ferramenta para alcançar objetivos, temos muito mais condições de lidar com ele de forma inteligente, pensando antes de gastar e avaliando alternativas pelas quais possa ser viável fazer mais dinheiro. Isso não requer muito estudo ou anos de universidade, mas sim uma condição emocional equilibrada, uma auto-estima mais para alta do que para baixa e organização disciplinada. Coisas que para alguns parecem quase impossíveis.

O primeiro passo, tanto para quem está bem como que está no oposto, é saber exatamente quanto dinheiro está em seu poder hoje. Vale também calcular quanto está no seu alcance em patrimônio - sua casa, automóvel, seu negócio próprio, fontes de renda como aluguéis, direitos autorais - para ter clareza de quanto dinheiro existe na sua vida. Só podemos estabelecer relações de amizade com quem conhecemos, portanto faz-se necessário conhecer melhor este amigo que, espero, esteja sempre ao seu lado - o dinheiro.

Lembre-se que o dinheiro que você possui veio por origem de mérito. Foi da sua poupança ou da poupança de muitos anos de alguém, se for de herança. Foi de um prêmio como loteria, conquistado porque alguém apostou, acreditou e conseguiu. Foi de um bom negócio, como resultado de uma escolha inteligente. Por tudo isso este dinheiro tem um grande valor, para você e toda a sociedade.

Sabendo deste valor, resista a tentação de culpar o dinheiro pelas coisas que podem estar em desacordo no seu momento de vida. Mesmo que ele seja muito, muito pouco, ele poderá gerar mais se for bem usado. Mas se você acreditar que ele não dá pra nada, ele fará a sua vontade - não dará para nada e irá embora da sua vida rapidamente, pois foi isso que você atribuiu a ele no seu pensamento, e pensamento gera comportamento, lembre-se! O pouco dinheiro é resultante de decisões que foram feitas por você ou por escolhas passivas também feitas por você - como quando não negociamos melhor, aceitamos sem questionar e nos colocamos no papel de vítima.

Também não vale olhar para trás para procurar culpados, até porque o passado já foi. Hoje, o presente, o dinheiro que existe pode gerar alternativas que o multipliquem, desde usar uma pequena parte para fazer algo possível de ser vendido a mesmo empregar numa propaganda de um serviço que você já faz. Repense o que será gasto nos próximos momentos e veja se será tão necessário gastar com algo que pode esperar. Procure falar com seus credores para minimizar juros e renegocie, tome a iniciativa de propor um pagamento bom tanto para o credor quanto para você. Assim, você começa a valorizar este amigo - o dinheiro - dando a ele atenção e respeito.

Não pretendo que todos se tornem focados única e exclusivamente em dinheiro - longe disso! O que estimulo nesta relação de amizade é um comportamento capaz de tirar muitas mágoas e equívocos vindos de anos de convivência com o dinheiro de forma difícil, triste e apreensiva. Nós conduzimos nossa relação com pessoas e coisas, sendo que o dinheiro (uma energia) requer também atenção no nosso comportamento. O primeiro passo para esta amizade não custa nada - valorizar o que você tem - e os passos seguintes podem deixar de ser uma caminhada árdua pelo sucesso para um desafio instigante e interessante da sua prosperidade. Para que isso aconteça, comece desejando ter ao lado um amigo que irá retribuir seu empenho de forma inteligente e sustentada, gerando benefícios não só para você quanto sua família, seu circulo de amizades, a sociedade e seu país. Pense nisso.

terça-feira, 25 de maio de 2010

11 dicas para baixar o preço do seguro do carro

Vou ensinar a pagar mais barato sem assumir riscos demais cortando coberturas necessárias.

Seguro de automóvel é um gasto permanente, alto e necessário. Dependendo do perfil do motorista, do modelo do carro e dos locais por onde o veículo circula, os preços podem ser bem salgados. Tudo se relaciona ao risco que o segurado corre. Pesquisar bastante é essencial, mas também existem medidas simples que podem aliviar o bolso. Mas não se deve economizar demais, pois o barato pode sair caro na hora do sinistro.

O valor do seguro é resultado de um cálculo que leva em conta os serviços de cobertura contratados (colisão, incêndio, roubo, responsabilidade civil e serviços adicionais), o perfil de risco do segurado (baseado em informações pessoais e dados do veículo) e as estatísticas de sinistro da seguradora. Quanto maior o risco, maior o valor do seguro.

A partir dessas variáveis, calcula-se a probabilidade de o veículo ser roubado ou sofrer acidente, quanto seria necessário pagar de indenização em caso de sinistro e, finalmente, quanto será cobrado do segurado. É claro que nessa conta entram também o lucro da seguradora e as despesas administrativas.

As características de perfil que mais podem encarecer o seguro são a idade do condutor, os lugares por onde o veículo circula, o preço das peças de reposição do carro e se o modelo costuma ou não ser alvo de roubos.
É claro que é impossível modificar a própria idade. Nem é tão fácil mudar de bairro ou cidade. E muitas vezes aquele modelo popular muito visado por ladrões é o que atende melhor aos objetivos do motorista. Mesmo assim, é possível usar algumas dessas variáveis a favor do segurado para reduzir pelo menos um pouco o preço do seguro. Abaixo essas são minhas dicas:

1 - Carro na garagem paga menos. Quanto menos o carro for exposto a riscos, menor o valor do seguro. Deixá-lo na garagem ou em estacionamentos fechados diminui as chances de roubo, furto e de alguns acidentes. O simples fato de ter garagem em casa pode reduzir o preço em até 25%.

2 - Faça com que motoristas jovens sejam condutores eventuais. A inexperiência no trânsito e a maior disposição para correr riscos acabam pesando no preço dos seguros feitos em nome de pessoas com idades de 18 a 25 anos. Por isso, se o jovem usar pouco o carro, é melhor que ele seja um condutor eventual do veículo dos pais, utilizando-o no máximo 15% do tempo, do que fazer um seguro em seu nome. Mas é fundamental que o tempo de uso do veículo não ultrapasse esse limite. Em caso de sinistro, se a seguradora verificar que o condutor principal era o jovem e não um dos pais, a família pode perder o direito à indenização.

3 - Equipamentos de segurança reduzem o preço. Ter equipamentos contra roubo instalados, como rastreadores, facilita a localização do veículo e diminui o risco da seguradora, reduzindo também o valor do seguro. No entanto, corretores e executivos de seguradoras alertam que só vale a pena fazer essa instalação caso ela seja oferecida pela própria companhia. Do contrário, os custos com a compra e manutenção do equipamento não compensam. Em geral, as seguradoras instalam esses equipamentos de graça nos carros com índices de roubo e furto mais altos. O desconto no valor do seguro pode chegar a 20%.

4 - Carros antigos pagam mais. Se o segurado puder trocar o veículo periodicamente, a cada três ou cinco anos, pode se prevenir contra um aumento no seguro. Vale lembrar que o fabricante não é obrigado a manter todas as peças no mercado para modelos com mais de dez anos. E a dificuldade de encontrar peças encarece o seguro.

5 - Escolha a cobertura ideal para seu bolso. A abrangência da cobertura do seguro também influencia no preço final, mas é preciso avaliar que itens são realmente necessários. Existem as coberturas completas (colisão, incêndio, roubo e furto), as parciais (só contra incêndio e roubo, por exemplo), a cobertura de responsabilidade civil facultativa (RCF) e a de acidentes pessoais de passageiros (APP), destinada às despesas médicas dos ocupantes do veículo segurado.

Além disso, as seguradoras oferecem uma série de serviços extras, como assistência 24 horas, auxílio em caso de pane seca e elétrica, carro extra para quando o veículo segurado estiver na oficina, traslado e hotel caso o sinistro ocorra fora da cidade do segurado, e até serviços domésticos, como conserto de aparelhos eletroeletrônicos, help desk de informática, chaveiro e consultas veterinárias gratuitas. Fora os seguros adicionais para acessórios.

É claro que tudo tem seu preço. Na hora de escolher, cabe avaliar o que é realmente necessário e o que é dispensável. Para alguns modelos de veículo, por exemplo, pode não valer a pena fazer um seguro completo. Os antigos e fora de linha têm peças de reposição muito caras ou simplesmente impossíveis de achar no mercado. Por essa razão, fazer cobertura contra colisão, nesses casos, pode ter um preço exorbitante.

Se o carro for aquele xodó que só circula em torno do quarteirão no fim de semana, pode-se fazer apenas um RCF, para se precaver contra eventuais danos a terceiros em caso de acidente. Mas se o carro antigo rodar mais que isso, uma cobertura só contra incêndio e roubo ainda sai bem mais em conta.

Particularmente recomendo que não se corte demais a cobertura, para não ficar em apuros no momento do sinistro. Por exemplo, a assistência 24 horas normalmente está incluída nas coberturas mínimas. Em geral, não compensa limitar esse serviço, como propõem algumas seguradoras. Em certas companhias é possível restringir o número de utilizações para a assistência 24 horas ou a quilometragem que o guincho pode percorrer até o local do sinistro. Isso não vale a pena, pois barateia muito pouco em relação à dor de cabeça que o segurado pode ter.

6 - Baixe o seguro do segundo veículo da família. Se o segundo carro da família só for utilizado eventualmente, sem objetivos comerciais ou de ida e volta diária ao trabalho, o valor do prêmio será naturalmente mais baixo. Na hipótese de sair caro demais fazer mais um seguro completo, pode-se contratar apenas a cobertura de responsabilidade civil facultativa (RCF), que é aquela que cobre os danos causados a terceiros.

7 - Seja um motorista exemplar. Segurados que não têm registro de sinistro no último ano recebem bônus, isto é, um desconto na hora da renovação. Quando ocorre um sinistro, o segurado pode perder uma classe de bônus, o que pode reduzir o desconto. Os bônus pertencem ao segurado, ou seja, ele carrega o desconto consigo se mudar de seguradora ou trocar de automóvel. Evitar multas também é uma boa maneira de tentar reduzir o valor do prêmio, pois algumas seguradoras concedem desconto para quem não tem pontos na carteira.

8 - Em caso de danos com custos próximos ao valor da franquia, não acione o seguro. Os consertos só são cobertos pelo seguro caso seus custos ultrapassem o valor da franquia. Se o segurado tiver bônus e os custos de reparo estiverem só um pouco acima do valor da franquia, o melhor é não acionar o seguro, para não correr o risco de perder uma classe de bônus. O segurado arca com as despesas de reparo e deixa para acionar o seguro quando os danos forem realmente grandes.

9 - Modifique o valor da franquia de acordo com seus riscos. As companhias de seguros oferecem três modalidades de franquia. A obrigatória, que é a quantia normal, proporcional ao valor do seguro; a facultativa, somada à obrigatória para subir o valor da franquia e, com isso, reduzir o valor do seguro; e a reduzida, menor que a obrigatória, mediante um aumento do valor do prêmio. Se a maior preocupação do segurado for roubo, aumentar o valor da franquia pode ser uma boa opção para pagar um prêmio menor, mas a cobertura contra colisões também será reduzida. Mas atenção: dobrar a franquia não significa que o prêmio vai reduzir à metade. A queda varia somente entre 10% e 20%. Já para os motoristas que se preocupam mais com colisão do que com roubo pode ser mais vantajoso optar pela franquia reduzida. Embora aumente o valor do prêmio de 20% a 30%, a franquia mais baixa permitirá que mais eventos estejam cobertos.

10 - Pesquise a melhor seguradora. A contratação de um seguro, no Brasil, exige a intermediação de um corretor que trabalhe com seguradoras de renome e, de preferência, indicada por alguém de confiança. Uma boa opção é checar no Procon local se a corretora e as seguradoras têm contra elas alguma reclamação grave. Também é importante cotar o seguro em várias seguradoras, pois como o cálculo do preço é baseado nas estatísticas de sinistros de cada companhia, o valor da apólice, para um mesmo perfil, pode variar de uma seguradora para a outra. Para contratar um bom seguro é fundamental procurar um profissional que conheça o ramo e não se ater somente ao valor final, mas principalmente à cobertura oferecida. Na busca do melhor serviço pelo menor preço possível, a saída é transformar o corretor em um aliado. Ele deve ser disponível e orientar o segurado a tomar as melhores decisões. O corretor deve ser um guardião dos bens do cliente e não um simples vendedor. Ele é corresponsável pelo seguro. Bom preço é uma consequência do seguro bem contratado. Se você não tem um corretor de sua total confiança, ligue para mim (11) 3424-1000 ou entre em contato pelo website http://www.fortefenix.com.br/.

11 - Nunca minta para a seguradora para baixar o preço da apólice. Na hora de informar o perfil do motorista para o corretor, é fundamental que todas as informações sejam verdadeiras. Qualquer incorreção pode fazer o segurado perder o direito à indenização em caso de sinistro. As companhias de seguros têm maneiras de averiguar a veracidade dos fatos e podem se recusar a pagar pelos danos caso constatem alguma irregularidade. Ou seja, não adianta contar uma "mentira branca'' para tentar reduzir o risco do seu perfil. Nada de dizer que não há pessoas com idade entre 18 e 25 anos morando com o condutor principal ou fazer o seguro no nome da esposa, sendo que o marido fica a maior parte do tempo com o carro. E, para os jovens de mais de 25 anos, nada de emprestar o carro para aquele amigo de 24 anos dar uma volta. A idade do motorista que causou o acidente é o fator mais sério quando se fala em perda de direito à indenização.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulheres e a Previdência

Mulheres detêm 44% dos planos de previdência. Há cinco anos, a participação das mulheres era de apenas 35%

"Como toda mulher, eu adoro consumir e, para controlar os gastos e conseguir poupar, decidi fazer um plano de previdência que debita um valor mensal automaticamente da minha conta". A solução é da pedagoga Ellen Bernardo, de 35 anos, que adquiriu um plano de previdência privada há dois anos.

Mãe de dois filhos, Vítor, de seis anos, e Luís Felipe, de três, Ellen conta que decidiu aderir ao plano de poupar quando seu marido pediu o divórcio. "Vi que eu precisava pensar no meu futuro e não só no do meu casamento e de meus filhos", diz.

Números da Federação Nacional da Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) comprovam que, assim como ocorreu com Ellen, o interesse feminino em planejar o futuro cresce a cada ano. Hoje, 44% dos 13 milhões de planos de previdência privada ativos no País são de mulheres. Em 2000, dos cerca de 5 milhões de planos, 35% eram do público feminino.

"A tendência é ter cada vez mais mulheres na previdência, sobretudo se levarmos em conta que hoje, segundo o IBGE, 35% dos lares brasileiros são sustentados pelas senhoras", prevê Renato Russo, vice-presidente da Fenaprevi.

A consolidação econômica feminina também é apontada por outros especialistas como o fator que tende a impulsionar a participação delas no mercado de previdência complementar. "Cada vez mais as mulheres têm a sua própria renda. Isso, somado ao fato de elas serem organizadas e comprometidas, naturalmente aumentará o interesse em poupar", acredita Dora Ramos, diretora da assessoria contábil Fharos.

A expectativa de o público feminino atuar cada vez mais na administração financeira fez o Santander criar o Projeto Mulher. "Entre os produtos voltados ao público feminino, temos a Previ Mulher, que é o carro-chefe", conta Sinara Figueiredo, superintende de investimentos do banco.

Entre os bancos de varejo (como Itaú Unibanco, Bradesco, HSBC, Banco do Brasil), o Santander é o único que tem planos de previdência direcionados exclusivamente às mulheres.

As aplicações mensais, que terão condições especiais em março (mês do dia da mulher) na Previ Mulher, são de no mínimo R$ 100, com taxa de carregamento de 2% e de administração também de 2% sobre o valor investido.

Na Brasilprev, uma das maiores companhias de previdência privada e que trabalha sob a bandeira do Banco do Brasil, dos 1,19 milhão de clientes da empresa, 43% são do sexo feminino. Outros números da empresa indicam que o público feminino adquire planos de previdência complementar mais cedo do que os homens.

"Das nossas clientes mulheres, 44% têm até 30 anos. Da clientela masculina, esse porcentual cai para 37%", conta José Eduardo Vaz Guimarães, diretor de operações e produtos da Brasilprev. Para o executivo, essa diferença revela a maior consciência delas sobre a necessidade do planejamento financeiro de longo prazo.

Vaz Guimarães ressalta, porém, que o valor mensal de recursos apostados pela mulher é de R$ 190. Por outro lado, os homens aportam, em média, R$ 236.

Russo, da Fenaprevi, esclarece que o perfil das mulheres investidoras ainda é, em sua maioria, conservador. "Isso explica o investimento menor ao mês."

PERFIL CONSERVADOR

Hoje, 43% dos investimentos de risco no mercado nacional são feitos por mulheres, segundo números da Fenaprevi. Em 2005, esse porcentual era de apenas 17%.

"A mulher está aprendendo a investir e deve se tornar cada vez mais arrojada nas finanças", diz Dora. Ela afirma que ainda há uma certa timidez entre as mulheres para iniciar aplicações mais agressivas. "Este ainda é um mercado masculino, por isso, muitas vezes as mulheres ficam constrangidas em iniciar aplicações e tirar dúvidas."

Carolina de Mola, diretora das áreas de Vida e Previdência da SulAmérica, destaca que a mulher é responsável em "prover a segurança familiar", fato que também pesa na hora de escolher o tipo de investimento que ela fará. "Portanto, longo prazo e conservadorismo ainda são características fortes no tipo de aporte feminino."

QUANTO INVESTIR?

Para decidir quanto investir por mês em um planejamento de longo prazo, especialistas em finanças pessoais indicam que, em primeiro lugar, seja elaborado um plano de negócios. "Deve-se somar todos os gastos pessoais, como prestações, contas, cartões de crédito, gasolina, lazer e, assim, se planejar com o salário que receberá no mês", explica Dora Ramos.

Carolina salienta que é preciso pôr no papel todos os gastos diários. "Nada pode escapar, nem o cafezinho", frisa a diretora da Sul América.

Após a soma dos gastos, é preciso fazer a subtração com o valor total líquido da renda mensal. Depois disso, pode-se definir quanto será aplicado.

Russo, da Fenaprevi, sugere ainda que o plano de previdência seja colocado no débito automático para que não haja chance de a mulher esquecer de efetuar o pagamento ou gastar o dinheiro que deve ser aplicado. Dora concorda. "É como se você estivesse pagando uma dívida com a sua felicidade no futuro", ilustra a especialista em finanças.

Fonte: O Estado de São Paulo

segunda-feira, 1 de março de 2010

Compras no Supermercado

Como fazer Compras no Supermercado Economizando Tempo e Dinheiro
São as duas coisas que mais gostaríamos de fazer: economizar dinheiro sem perder tempo. Mas a prática mostra que quando queremos economizar dinheiro às vezes precisamos dispor mais do nosso tempo, e o inverso: se queremos ganhar tempo, acabamos pagando mais caro pelo que queremos.

AO SAIR PARA AS COMPRAS, JÁ TER EM MAOS UM PLANEJAMENTO TOTAL
Precisamos ter o hábito de tomar as decisões em casa, antes de sair. Ou seja, dentro do mercado não tomamos decisões porque no nosso plano já estão definidos: locais das compras, o que vamos comprar e quanto. O ponto de partida será o que vamos comer durante a semana. Em seguida faremos a lista de compras.

Ganhamos tempo porque não tendo a lista, poderíamos esquecer algum produto e ter de voltar novamente e evita de você pegar produtos que não constam da lista. Economizamos dinheiro e ganhamos tempo. Organize a sua lista dividindo-a por lojas onde vamos comprar, e também mesmo dentro de um mesmo mercado, separar os produtos por seções, o que evita de ficarmos dando voltas no mercado. Não se esqueça de se alimentar antes de sair às compras.

OPÇÃO PELO PREÇO MAIS EM CONTA
Não se iludir com preços mais baratos quando você compra em pacotes ou dúzias. Às vezes precisamos somente de um ou dois. Então, mesmo que o preço unitário seja mais caro, muitas vezes e’ melhor do que os pacotes grandes que não vamos usar.

Fujir das marcas mais caras. Nem sempre as melhores marcas são as melhores. Marcas famosas custam mais caro. Então experimente levar um produto alternativo e experimente. Pode ser tão bom quanto aquela marca famosa. Ao comprar frutas, legumes, verduras e hortaliças, estar sempre atento se é temporada de colheita. Muitas vezes o preço pode estar nas alturas porque esta’ fora de época ou o produto encarece porque a safra não foi boa.

SE POSSÍVEL, DEIXE AS CRIANÇAS EM CASA.
Seria bom se você pudesse deixar as crianças em casa ao sair para fazer suas compra de alimentos, porque levar as crianças juntos ao mercado, vai aumentar as suas compras e sair caro. Mas se não tiver outra solução, fazer o que?

Mesmo assim, combine com as crianças, o que pode e o que não pode. Como opção pode falar a eles que podem pegar um produto a escolha deles. Melhor do que nada. E já que eles querem ir juntos, combinar com eles, sobre ajudar a pegar coisas no supermercado, carregar as sacolas no carro e depois ajudar na descarga do carro ao chegar a casa.

COMPRAR MAIS INGREDIENTES DO QUE ALIMENTOS JÁ SEMI-PRONTOS
Hoje, muitos produtos que antigamente se fazia em casa, encontramos já semi-prontos a venda nas prateleiras do supermercado. Ex hambúrguer, lanches, pasteis, lasanhas, macarrão, molho de tomate, temperos prontos, pão, bolos, bolachas, feijoadas, sucos de frutas, uma infinidade de produtos. Tudo isto porque as pessoas hoje têm pressa e às vezes falta de tempo para preparar aquele alimento desde o começo.

Mas a vantagem de preparar o alimento na nossa casa é fazer de uma maneira mais gostosa, ao nosso gosto e principalmente mais saudável.

Então, quando possível, vamos preparar o alimento como antigamente e comprar os ingredientes para fazê-lo, ao invés de comprar já o alimento semi-pronto.