segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Seguros

Proteja sonhos e conquistas contratando seguros

Fazer seguro é uma forma de proteger o patrimônio e, nesse sentido, não deixa de ser um investimento. Naturalmente, isso tem um custo e é o preço pago para não correr o risco de perder algo muito valioso ou para suportar melhor uma grande perda material ou pessoal. E o objetivo deste investimento somente pode ser alcançado se a compra do seguro for bem feita, atendendo às necessidades do cliente, e não as do corretor.

Proteja seus sonhos
O seguro é um serviço que as pessoas contratam para garantir, por meio da empresa seguradora, a compensação econômica por um evento futuro e incerto, chamado risco. É o caso de um incêndio, roubo ou acidente, eventos que todos sabem serem possíveis, mas que ninguém é capaz de prever quando, onde e com quem podem acontecer.

Para garantir que as perdas sejam compensadas, cada segurado paga um valor, chamado prêmio, proporcional ao risco corrido para o segurador. Este valor é usado para pagar as indenizações e para cobrir os custos e lucros da seguradora.

Conheça seu Seguro

Conheça a cobertura do serviço contratado e não tome sustos
Em geral, o valor da indenização é igual ao do prejuízo. Os seguros estabelecem, no entanto, um limite máximo do valor do bem segurado. Se o prejuízo for maior, a diferença fica por conta de quem contratou o serviço. Quando alguém assegura um carro contra danos causados a terceiros e compra uma apólice de R$ 20 mil, concorda com esse limite. Se o carro em que a pessoa bateu tiver perda total de R$ 30 mil, a diferença de R$ 10 mil não é responsabilidade da seguradora.


A indenização é feita depois de a empresa checar a veracidade do ocorrido. Ela só é paga se o evento tiver cobertura do contrato. O prazo máximo para a indenização é de 30 dias para qualquer tipo de seguro. No caso do Seguro Obrigatório (DPVAT), pago no licenciamento do veículo, a indenização deve ser paga em, no máximo, 15 dias. Esse seguro só cobre danos pessoais (morte, invalidez e despesas hospitalares e suplementares).

O valor da indenização depende das condições de contrato. Se ele estabelece que a indenização segue o valor de mercado, ela será suficiente para repor o bem, na média de mercado. Neste caso, se a pessoa tem um carro muito conservado, vai receber apenas a média de mercado, e não o valor do carro efetivamente. Se houver um valor pré-determinado em contrato, é este o valor que deve ser pago.

Educação Financeira para Crianças

As escolas não ensinam, mas as crianças precisam aprender a lidar com dinheiro.
 
1 – Jogos e livros também ensinam
Aproveite também momentos de lazer para introduzir conceitos de educação financeira. Jogos como O Banco Imobiliário (Monopólio), Leilão de Arte, Administrando seu Dinheiro e Mercado Imobiliário são boas referências. Brincando as crianças percebem a importância e princípios de alguns fundamentos financeiros. Partindo para a literatura, o benefício é ainda mais direto. Ofereça também livros de educação financeira a seus filhos.
 
2 – Comece com moedinhas
Crianças até quatro anos dificilmente diferenciam o valor das moedas e cédulas. Comece estimulando-as a manusear moedinhas, sem importar o valor das moedas. O que vale é a quantidade e o tamanho. Aos poucos, diferencie moedas pequenas das grandes, atentando para a proporção dos valores. A partir dos cinco ou seis anos, introduza nas atividades de educação financeira as notas, de preferência apenas com um ou dois valores diferentes – continua valendo a quantidade. Aos poucos, conforme a percepção de cada criança, introduza nos exercícios uma variedade maior de notas e ajude-as a perceber as relações de valor entre as moedinhas e as notas.
 
3 – Incentive as crianças a poupar
É saudável que a criança mantenha sempre um cofrinho. A partir dos dois anos, dê-lhes diariamente pelo menos uma moedinha para guardar, não importa o valor. O importante é criar o hábito. Quando o cofrinho estiver cheio, abra-o e conte as moedinhas junto com a criança. Separe uma parte e diga que será utilizado para comprar algo que ela queira muito (mesmo que o valor não seja suficiente) e faça ela sentir o prazer de poder comprar aquilo que ela deseja, com o dinheiro que juntar. A outra parte do dinheiro coloque no banco e diga que vai deixar guardado, acumulando para quando ela crescer.
 
4 – Dê mesadas com regularidade
A mesada deve ser instituída com regularidade a partir dos seis ou sete anos de idade. O mais importante não é o valor, é a regularidade dos “pagamentos”. Cumpra o que for combinado. Não atrase e jamais antecipe.
 
5 – Dê apenas a mesada
A partir dos dez anos, evite dar às crianças mais dinheiro do que o valor da própria mesada regular, principalmente sem motivo ou controle. Todos devem acostumar-se, desde cedo, a viver dentro do seu padrão de renda e a fazer seu orçamento pessoal.

6 – Mesada ou semanada?
Crianças com dois ou três anos já conseguem perceber como funciona o dinheiro e qual a sua importância no dia-a-dia. Permita que a criança tenha contato com dinheiro desde pequena. Dê-lhes algum dinheiro esporadicamente e estimule-as a pagar suas próprias compras. A partir dos seis a sete anos, e até os doze ou quatorze anos de idade, introduza e fixe conceitos de regularidade e dependência do dinheiro para algumas coisas. A mesada deve ser paga em intervalos semanais ou quinzenais, conforme a maturidade da criança e seu estilo de vida. A partir desta idade, procure fazer os pagamentos uma vez por mês, preferencialmente no dia que coincidir com o pagamento do seu salário ou da maior fonte de renda da família.
 
7 – Ensine os conceitos fundamentais
Ajude seus filhos a perceber as diferenças entre querer e precisar de alguma coisa. Ensine também a importância de saber escolher, na hora da compra, entre um brinquedo e outro. Estimule seus filhos a comparar preços dos brinquedos para que elas desenvolvam a percepção do que é caro e o que é barato. Evite comprar aquilo que elas considerarem caro, mesmo que você possa fazê-lo.

Quando vida e acidente pessoal se confundem

Seguros têm coberturas diferentes. Tomem cuidado com termos técnicos.

É preciso atenção na hora de aderir ao produto. Além de um contrato cheio de termos técnicos, fique atento as diferenças entre as apólices de vida e as de acidente pessoal, já que ambas têm características semelhantes.

O seguro de vida cobre qualquer morte, seja ela natural, acidental ou motivada por doença; e o de acidente pessoal, apenas os falecimentos causados por acidentes "involuntários", como os de trânsito e violência. Nesse caso, infarto e doenças de trabalho não estão incluídos.
 
- O seguro de vida é um seguro de pessoa. Já o de acidente pessoal, com mais restrições, faz parte,do grupo de seguro de danos. E natural confundir os produtos, já que são parecidos.
 
Atenção redobrada para cobertura por invalidez. Em caso de dúvidas, sobretudo diante de prospectos de divulgação, o consumidor interessado em contratar uma apólice deve procurar diretamente a cláusula que trata das coberturas do seguro. Essa é a principal dica. Tudo que não está escrito está coberto. O judiciário sempre interpreta as cláusulas a favor do consumidor. Porém, tem de saber qual é o seguro.
 
Os dois seguros têm cobertura por invalidez, o que exige mais atenção, pois as condições variam entre as empresas. Os produtos de acidente pessoal não cobrem a invalidez por doença.
 
Os clientes podem segurar um valor que varia de R$ 20 mil a R$ 2 milhões. O valor médio das prestações é de R$ 40. O seguro de vida é voltado para a assistência da família, caso o gerador de renda do lar falte. O acidente pessoal cobre eventos específicos.
 
O seguro de vida ajuda na proteção da família. Imprevistos podem acontecer e, com isso, a família tem uma assistência extra e importante.
 
O seguro de acidente pessoal costuma ser mais procurado por profissionais liberais e pessoas sem filhos.
 
Fique atento quanto a escolha dos beneficiários para receber o valor segurado na hora da contratação do produto. Sem isso, fica-se sujeito ao Código Civil, o que pode levar mais tempo para que a família receba a indenização.
 
O cliente tem de saber ainda quais são os riscos não aceitos. No caso de invalidez, cada parte do corpo inválido tem uma indenização. Ou seja, se a perna ficar inválida, só se recebe 70% do valor segurado.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Seguro residencial ou condominial

Seguro residencial ou condominial, você sabe a diferença?
Entenda o que cada um protege.

O seguro do condomínio é obrigatório e de responsabilidade do síndico. Ele serve para a cobertura de possíveis prejuízos patrimoniais e situações como incêndios, vendavais, acidentes com terceiros, danos elétricos, entre outros. No entanto, a contratação desse seguro, estabelecida pela Lei nº 4.591/64, não garante a cobertura de perdas causadas ao conteúdo da unidade, ou seja, mesmo que o condomínio esteja segurado, não acontece a indenização por estragos aos bens residenciais.

O seguro residencial indeniza o proprietário por danos ocorridos dentro da sua residência, envolvendo principalmente incêndio ou furto de bens móveis, elétricos e eletrônicos. Caso haja um incêndio no prédio e ocorram danos estruturais no apartamento, cabe ao seguro condominial cobrir as despesas causadas pelo sinistro, com exceção de reformas ou melhorias no imóvel. A parte física do apartamento é coberta pelo seguro condominial. Seguro para repor bens, melhorias ou benfeitorias que não sejam originais do prédio deve ser contratado à parte pelo proprietário.

Os seguros, para a residência ou condomínio, podem ser contratados por meio de corretores, que podem elaborar um orçamento de acordo com as necessidades de cada cliente, indicando as seguradoras do mercado. São muitas as opções. Por isso, é importante procurar sempre um profissional especializado, o qual estará apto a auxiliar na escolha do plano ideal, visto que as necessidades de cobertura são diferentes para cada pessoa ou condomínio.

O investimento varia conforme o serviço desejado. Em média, R$ 100 ao ano para o seguro residencial. É uma segurança que vale o custo x benefício.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Seguros podem evitar problemas e gastos em viagens

Obrigatoriedade do seguro em alguns países europeus impulsiona procura; confira casos de quem precisou dele.

Uma das primeiras coisas em que o viajante pensa ao marcar uma viagem é deixar os problemas para trás. E isso inclui torcer para que a mala não extravie ou para que nenhuma doença ou pé quebrado estrague o passeio.

Mas só torcer não adianta. Ao fechar seu pacote, faça o seguro-viagem para amenizar eventuais transtornos e evitar gastos desnecessários.

Embora o melhor seguro seja aquele que você não usa e joga no lixo quando retorna, é sempre importante consultar as condições de assistência e os valores das coberturas.

Com valores para diferentes bolsos, os seguros de viagem mais baratos costumam cobrir até US$ 6 mil em caso de assistência médica. Entre os serviços mais top, o valor pode chegar a US$ 1 milhão.

Ingrid Davidovich, 45, diretora de marketing, lembra quando estava com seu marido em um kibutz, comunidade autônoma israelense, a cerca de 15 minutos de carro da cidade mais próxima.

"Era por volta de 23h30 e meu marido teve uma febre e uma crise viral. Telefonamos para a empresa de seguro contratada, que nos atendeu em português. Retornaram o contato em dez minutos informando que um táxi nos levaria ao hospital mais próximo e, em 15 minutos, o carro já havia chegado", conta.

Simone Vieira, 28, turismóloga, viajou à Austrália para fazer um curso. "Contratei o Medibank, seguro de viagem obrigatório na solicitação do visto. Logo nos primeiros dias tive dores no abdome. Descobri que era um problema no ovário e tive que me submeter a uma pequena cirurgia", recorda.

Para ela, a experiência superou as expectativas. "Foi até melhor do que eu estava pensando, mas o fato de escutar o médico falando em um idioma que não dominava muito na época e marcando uma cirurgia é um pouco assustador", lembra.

FIQUE ATENTO

Segundo a Susep (Superintendência de Seguros Privados), vinculada ao Ministério da Fazenda, a contratação de seguros de viagem cresceu 134% entre janeiro e abril de 2010. Um dos motivos do crescimento é a obrigatoriedade do seguro para entrar em países da União Europeia.

Mas ter um seguro-saúde não significa estar a salvo de todos os problemas que podem ocorrer na estadia fora de casa. Alguns deles não cobrem, por exemplo, procedimentos referentes à gravidez, como parto. Por isso, leia atentamente o contrato antes de assiná-lo.

Problemas decorrentes de hipertensão e diabetes também entram na lista proibitiva, assim como enfermidades atribuídas ao vírus HIV.

Dependendo do contrato, lesões decorrentes de esportes considerados perigosos, como paraquedismo e esqui, também estão entre os serviços de assistência que podem não ser cobertos. Olhar com atenção as condições gerais é a melhor dica para evitar surpresas indesejáveis.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Imóveis e Seguros

Interessados em comprar um imóvel devem pesquisar os tipos de seguros mais interessantes para sua necessidade

A explosão do mercado imobiliário é um movimento importante para a atividade seguradora. À medida que edifícios de todo tipo pipocam pelo País, surgem novas demandas por proteção, desde o momento da incorporação do terreno até depois da entrega do bem, quando a lei impõe aos edifícios em condomínio a contratação de seguros obrigatórios que, se não forem feitos, podem colocar o patrimônio do síndico para responder pelos prejuízos.

Quando o cidadão comum pensa em seguros para um edifício, vê basicamente os de incêndio ou patrimoniais contratados para garantir o condomínio após sua ocupação. Raramente lembra que a construção do edifício implica num rol de seguros, como os de risco de engenharia e responsabilidade civil, além das apólices de seguros de garantia de obrigação contratual, que garantem a entrega da construção nos parâmetros previstos.

Estes seguros são contratados para praticamente todas as construções e garantem os valores necessários a fazer frente aos riscos que ameacem a obra durante sua execução. O seguro de risco de engenharia é a mola mestra do programa de proteção para os riscos físicos, garantindo danos sofridos pela obra, seu canteiro e conteúdo durante os trabalhos de edificação.

Os seguros de responsabilidade civil garantem danos causados a terceiros em função da realização das obras. É o seguro que indeniza eventuais rachaduras nos imóveis vizinhos e até a interdição total do imóvel pelo risco de desmoronamento. O seguro de responsabilidade civil cruzada garante o pagamento de indenizações por danos causados uns aos outros, pelo responsável pela obra e seus subcontratados, incluídos os funcionários.

Mas os seguros à disposição dos responsáveis pela incorporação, construção e comercialização de um edifício vão além e disponibilizam garantias como a entrega do edifício em caso de impossibilidade da conclusão da obra pelos incorporadores ou construtores. O que pode fazer a diferença como ferramenta de vendas, já que dá ao adquirente a certeza da qualidade técnica da obra (avaliada por uma seguradora), bem como do recebimento do imóvel dentro das condições combinadas.

Há ainda toda uma gama de seguros destinados a garantir o pagamento do imóvel em caso de falecimento, invalidez permanente ou desemprego do adquirente. Seguros de vida da modalidade prestamista, seguros de vida tradicionais, seguros de acidentes pessoais, seguros com cláusula de indenização das prestações em caso de desemprego temporário são produtos comuns e que estão à disposição do mercado para garantir o pagamento do imóvel, protegendo a família do adquirente, o agente financeiro e o incorporador.

As regras para seguros habitacionais foram flexibilizadas e hoje há uma lista de garantias diferentes à disposição dos compradores de imóveis. Cabe a eles desenharem o modelo mais adequado às suas necessidades.

É sempre bom lembrar que os negócios envolvendo imóveis são diferentes entre si, por envolverem bens e condições contratuais particulares para cada operação. Um prédio que ainda não começou a ser erguido tem necessidades de seguros diferentes de um que está concluído, mas que ainda não foi entregue. E os seguros para um prédio que está concluído e entregue também são diferentes. Imóveis antigos não precisam dessa mesma gama de coberturas. Imóveis pagos à vista não precisam ser protegidos por seguros de vida. Assim, sabendo que existe uma grande oferta de produtos para atender necessidades variadas de proteção, a melhor coisa que o interessado na aquisição de um imóvel faz é procurar um corretor de seguros para saber o que melhor se aplica às suas necessidades.