quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Por que Você Precisa de um Fundo de Emergência

O inesperado ocorre em nossas vidas, queira ou não. É por isso que precisamos de um fundo de emergência. O melhor que você pode fazer é se preparar para situações de emergência que requerem dinheiro extra. Ter um fundo de emergência é a solução ideal.

Emergências financeiras podem vir na forma de uma perda de emprego, despesas médicas altas, em consertos de casa, carro ou algo que você nunca imaginou. A última coisa que você deve fazer é depender de cartões de crédito ou empréstimos, o que irão simplesmente aumentar o problema.

Quanto dinheiro deve ser seu fundo de emergência?

A maioria dos especialistas concorda que você deve ter o equivalente a três e seis meses de despesas reservados em seu fundo de emergência. Dependendo da sua situação, dívidas e se não tiver filhos esse montante pode ser diferente.

O motivo pelos três a seis meses de despesas citado acima é que a razão mais comum para a necessidade de um fundo de emergência é uma súbita perda de renda. Mesmo que você ou seu cônjuge perca emprego, você ainda terá contas a pagar; pode também levar alguns meses para encontrar um novo emprego. É melhor planejar se preparando para a pior situação possível. Desta maneira emergências pequenas, como conserto da geladeira, serão facilmente cobertas.

Comece Aos Poucos

Se você atualmente não tem um fundo de emergência ou tem dificuldade para poupar dinheiro, comece aos poucos. Vai perceber que até mesmo para acumular o equivalente a um mês de gastos vai demorar algum tempo, muito menos três a seis meses. Se definir suas metas iniciais para começar pequeno e ao poucos, você terá uma melhor chance de alcançá-los.

A melhor maneira de começar, provavelmente, será através do banco. Abra uma nova conta de poupança, se atualmente não tiver uma e comece a economizar. O próximo passo é adquirir o hábito de fazer depósitos regulares em sua conta. Independente de ser semanal, quinzenal ou mensalmente, crie um e cumpra-o a risca. Depois que o depósito se tornar "automático", você não terá mais que pensar nisso.

Se você sente que é difícil começar a guardar dinheiro simplesmente comecer com uma pequena quantia. Talvez você comece com 10 reais por semana. Enquanto isso não seja algo que irá acumular rapidamente, o importante é começar a separar algo e torná-lo um hábito. Depois de algumas semanas você não vai notar que os 10 reais fazem falta e assim você aumentar essa quantia para 15 ou 20 reais após um mês. Você vai começar a se acostumar com essa "falta" de dinheiro e poderá aumenta-la aos poucos.

Onde manter seu fundo de emergência?

Você deve começar com uma conta poupança porque é simples de usar e não custa nada. O fator conveniência é o que é importante quando começar. Na medida que a sua conta crescer você naturalmente vai querer uma conta que pode ganhar juros razoáveis, para que o seu dinheiro trabalhe para você.

É importante manter este fundo de emergência em uma aplicação bastante líquida (isto é, que possa ser convertida em dinheiro rapidamente) para que você tenha acesso ao dinheiro em caso de uma emergência. Este dinheiro não deve estar amarrado em ações ou fundos mútuos porque a volatilidade do mercado pode levar a perder dinheiro a longo prazo.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

6 Maneiras de Economizar nas Despesas Mensais



1. TELEFONE CELULAR

A tentação de trocar de aparelho pode ser bastante grande, mas cada vez que fazemos a troca precisamos pagar prestações deste novo aparelho. Você precisa colocar na balança se precisa de tantas inovações que vem no seu aparelho novo. Pode ser que nem tenha tempo de usá-lo. Vou citar exemplos: você assiste a TV no celular? Você utiliza o serviço de email? Tira muitas fotos a ponto de precisar de um celular com 2 ou 6 gigas? Utiliza a internet para consultas? E para as pessoas que gostam de baixar musicas pela internet, melhor prestar atenção no preço que é cobrado por cada download.

2. TELEFONE RESIDENCIAL FIXO

Muitas pessoas estão se desfazendo da sua linha telefônica tradicional. Ou porque já não ficam tanto tempo em casa, ou porque acham que o telefone celular já é o suficiente. Realmente nossa vida mudou bastante a ponto que hoje dificilmente viveríamos sem um telefone celular. Então caso realmente o telefone fixo já perdeu a sua utilidade, é uma chance para diminuir nossas despesas.

3. REVER TODOS OS SEGUROS

Compare os preços dos seguros de automóveis, seguro da casa, plano de saúde, seguro da loja, seguro de vida e outros. Talvez se você fizesse todos eles numa única empresa saíssem mais em conta. Experimente consultar um corretor de seguros ou senão faça uma pesquisa com seus amigos para saber quanto eles estão pagando por cada tipo de seguro.

4. TAXAS BANCÁRIAS

Verifique quanto você paga de taxas bancárias por mês e calcule quanto isto equivale durante um ano. Vai perceber que é um valor significativo. Então, vamos fazer uma pesquisa com outros bancos para ver aonde podemos ter os melhores serviços sem precisar pagar taxas bancárias toda vez.

5. TELEVISÃO A CABO OU VIA SATÉLITE

Hoje a concorrência neste setor é bastante grande, fazendo com que as empresas ofereçam melhores planos ou descontos. Vale a pena fazer uma pesquisa de preços e estar atento a mudanças na empresa, como por exemplo, que ela foi adquirida por nova empresa. Isto faz com que estas empresas comecem a promover novos preços para atrair novos clientes. Mas vale lembrar que pode ser que você já não esteja mais usufruindo do TV a cabo porque já não fica em casa nos fins de semana. Se for assim, pode até se desfazer do plano de TV a cabo.

6. CARTÃO DE CRÉDITO

Algumas pessoas por possuírem uma dívida num cartão de crédito, acabam pegando um segundo cartão numa outra empresa para tampar o buraco da primeira. E assim, sem perceber, vira uma bola de neve. Não é novidade pra ninguém. O que fazer? Primeiro vamos tentar liquidar a dívida o quanto antes, e não ficar rolando as contas e ficar pagando somente o mínimo. Porque sobre o valor restante vai incidir juros e cada vez mais nossa conta aumentará sem parar. Muitos descobriram isto tarde demais. Outra dica importante é procurar concentrar as contas num cartão que traga algum tipo de vantagem, seja pontos ou prêmios e tentar liquidar alguns dos cartões que já não estamos usando.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Livre Escolha do Seguro Imobiliário

Para ter mais tranquilidade e segurança dentro de casa você pode decidir fazer um seguro imobiliário (ou residencial). Após uma pesquisa, você opta por um seguro que ofereça a maior cobertura e se adeque ao seu orçamento. Com a ajuda do seu corretor de seguros você pode conseguir fazer uma cotação de diversos planos e seguradoras para não pagar caro, nem ficar descoberto. O seguro pode cobrir, entre outros itens, incêndio, raio, roubo, além de responsabilidade civil a terceiros. Um seguro como este pode custar R$ 178 ao ano.

A partir de fevereiro, os consumidores que financiarem um imóvel poderão escolher o seguro imobiliário que desejarem. De acordo com a Resolução 3.811, do Conselho Monetário Nacional, a apólice obrigatória não precisa mais ser vinculada à financiadora do imóvel. A partir de agora, o banco deverá aceitar o seguro imobiliário que o consumidor indicar. A financeira ainda poderá oferecer, no mínimo, duas apólices coletivas com diferentes seguradoras. Mas uma delas não deverá fazer parte do mesmo grupo da instituição financiadora.

Quando você financia um imóvel, você é obrigado a contratar dois seguros: um para danos físicos do imóvel (imobiliário) e outro para morte e invalidez permanente (seguro de vida). Antes da resolução, esta prática se configurava uma venda casada já que a empresa contratada era indicada pela instituição financeira.

A resolução é um avanço, mas ainda traz complicações para o consumidor. Ao escolher uma apólice não vinculada à instituição, o consumidor pode ter que pagar uma taxa ao banco, o que seria mais um custo. Além disso, para fazer a comparação entre seguros é mais complicado porque cada um oferece algo diferente. Por isso, você deve consultar um corretor extremamente preparado.

Além de trazer benefícios para o consumidor, as mudanças também favorecem às seguradoras. Antes só os bancos ofereciam as propostas. Agora, as seguradora poderão procurar os consumidores e apresentar propostas que se adequem ao perfil, favorecendo a concorrência.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Feliz Natal e um Próspero 2010


Finanças Pessoais em 2010

Ano Novo - Planejamento Financeiro faz toda a Diferença

Começar 2010 com as finanças em dia não é difícil. É necessário apenas um pouco de disciplina e força de vontade. Tem que estabelecer prioridades sobre como gastar, o que é mais importante neste momento do final de ano e no começo do próximo.

Natal e Ano Novo chegando. Época de resolver pendências e começar novos projetos. Para que metas transformem-se em realizações, fazer um planejamento financeiro cuidadoso é essencial. A vontade é de viajar e se divertir o máximo possível, ainda mais depois de um ano inteiro de trabalho. O dinheiro do 13º salário e das férias é uma tentação a mais para quem tem dificuldades de conter o desejo consumista.

O problema é que muita gente esquece que no início do ano seguinte começa tudo de novo, inclusive com contas extras, como os impostos anuais. Quem tem filhos em idade escolar tem que se preocupar também com matrícula e compra do material e uniforme escolares.

No final do ano as pessoas entram no ''espírito do Natal'' e acabam fazendo mais dívidas do que podem pagar. Como evitar isso?  Tem que fazer um planejamento prévio e estabelecer prioridades sobre como gastar, o que é mais importante neste momento do final de ano e no começo do próximo.

Quem vai viajar nas férias de início de ano, como deve proceder? Como resistir às tentações na praia, por exemplo?  A pessoa tem que fazer uma espécie de orçamento, planejando o tipo de gasto que vai ter com alimentação, hospedagem, transporte, gasolina. E reservar também uma pequena parte para os gastos inesperados. O segredo é tentar planejar, reservar um pouquinho para cada tipo de despesa.

O início do ano é o momento de pagar vários impostos. Qual é a melhor opção: pagar à vista ou parcelar? Tem que olhar cada caso. Precisa ver qual é o desconto que tem para pagamento à vista do IPTU e do IPVA. Normalmente o desconto do IPVA é bem razoável, vale a pena, se a pessoa tiver condições, pagar à vista. A pessoa deve fazer uma conta verificando se, para pagar à vista, ela tem condições de fazer isso sem precisar nos meses seguintes entrar no limite do cheque especial.

Então não é só a porcentagem do desconto que deve ser levada em conta. Também é importante preocupar-se em não comprometer o orçamento,  porque depois ela vai pagar muito mais caro nos juros da conta do cheque especial, por exemplo.

Há quem prefira parcelar os impostos e investir o dinheiro na poupança. Vale a pena?  Dependendo da situação, realmente compensa. O dinheiro na poupança hoje tem rendimento bem pequeno, mas funciona como uma espécia de reserva para alguma eventualidade maior. O que a pessoa precisa é evitar de assumir uma outra dívida cujo juro vai ser muito maior. Às vezes é bom manter esse dinheiro na poupança como reserva e ir parcelando as outras compras para evitar que numa necessidade tenha que recorrer a um limite que custa muito mais caro.

A poupança ainda é um bom investimento ou há outros melhores?  É um bom investimento para quem tem uma quantia pequena e que tenha uma disponibilidade ou uma necessidade de curto prazo. Vale a pena pela comodidade e a facilidade de você movimentar.

Qual o melhor momento para fazer o planejamento financeiro? Pode ser feito a qualquer momento. O planejamento deve ser feito antes do final do ano, para a pessoa iniciar o ano já sabendo quais as suas despesas obrigatórias e aquelas que são eletivas. Despesa obrigatória é justamente o pagamento dos impostos, matrícula e material escolar, uniforme. Também é necessário reservar uma parcela para despesas de alimentação, vestuário etc. Se sobrar alguma coisa a pessoa pode gastar na despesa eletiva, que é a parte das férias, a parte de lazer de um modo geral.

Então quem quiser fazer uma grande viagem nas férias do final do ano que vem, ou quiser trocar o carro, deve começar já? Já deveria começar a se programar desde agora, com certeza. Até porque se é uma pessoa que antes não tinha muito controle das suas despesas, vai ter um tempo para ver realmente quais são as indispensáveis e quais aquelas que podem ficar em segundo plano. Em vez de gastar com isso, ela faz uma reserva para a hora de trocar o carro, de fazer a viagem das próximas férias.

Às vezes as pessoas esquecem que quando saem de férias recebem o adiantamento do salário do mês. Quando voltam para trabalhar, no mês seguinte não têm salário, às vezes gastam por conta e não ficam atentas a esse fato. Aí já começam o ano tendo que usar o limite do cheque especial, ou pior ainda, começam a parcelar o saldo do cartão. Muito pior que fazer uso do cheque especial é parcelar o saldo do cartão porque esta é a taxa mais alta que há no mercado.

Falando em parcelamento, final de ano também é uma época em que as pessoas querem trocar móveis, arrumar a casa para as festas. Ainda compensa pagar à vista? Os parcelamentos valem a pena de alguma maneira?  Tudo depende da disponibilidade. Se a pessoa tiver recurso disponível deve tentar fazer uma negociação à vista com a loja. Na maioria das vezes as lojas não fazem questão de dar desconto para preço à vista. Falam que o financiamento é sem juros, mas na verdade os juros já estão embutidos no preço do produto. Se a pessoa tiver paciência e condição de procurar algo melhor, com certeza vai encontrar. Se não tem disponibilidade, precisa comparar os planos de financiamento e parcelamento que cada loja oferece, porque há bastante diferença nos juros de um crediário para outro.

Um tipo de investimento que está se tornando cada vez mais comum é a previdência privada. Qual é a melhor idade para começar este investimento? A previdência privada é como se fosse uma espécie de seguro saúde ou um seguro de vida. Quanto mais idade você tem, mais caro fica para você fazer o seu plano. Muita gente me pergunta quando se deve começar a fazer. É o mais cedo possível. Se aos 20 anos tiver condições de fazer um plano de previdência privada, vale a pena fazer. E a contribuição que você tem que dar é bem menor do que quando você tiver 25, 35 anos. Até os 45 anos, ainda vale pena. Depois dessa idade, vale a pena fazer uma previdência pensando nela como investimento devido a postergação do I.R., nesse caso escolha a tributação progressiva.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

5 Maneiras de Eliminar Suas Dívidas

Durante uma recessão, perda de emprego, ou aumento das despesas, você pode sentir que está carregando mais dívidas do que está geralmente acostumado. Compilei aqui uma série de dicas que devem ajudá-lo a eliminar parte da sua dívida.


1. Obtenha um segundo emprego ou bico. Provavelmente você nunca iria esperar encontrar esse tipo de dica num artigo como este, mas pare e pense sobre isso por um minuto. A maneira mais fácil de ganhar dinheiro é obter outro emprego. Se você tem horas disponíveis durante o dia, então por que não usá-las produtivamente?

2. Pague primeiro as dívidas com taxa de juros alta. Dívidas com alta taxa de juro (como cartões de crédito) vão te custar caro ao longo prazo devido à alta taxas de juro. Faça uma lista de todos os seus pagamentos da dívida de acordo com a taxa de juro. Comece pagando o máximo que puder para os de altos juros e o mínimo para o resto. Depois de eliminar um, mova-se para o próximo e continue o processo.

3. Limite o número de cartões de crédito para 2. Faça um favor a você mesmo e limite a quantidade de cartões de crédito que possui. Menor o número de cartões de crédito, menor a probabilidade de fazer uma compra que não será capaz de pagar.

4. Consolidação de dívidas. Em vez de pagar 5 ou 6 empréstimos separadamente, vá falar com o seu banco se é possível fazer um empréstimo-consolidação. Muitas vezes as taxas de juros da consolidação empréstimo são inferiores a taxas de juros que você está pagando em outros empréstimos. Desta forma, você vai economizar dinheiro, pagando menos juros e também com a conveniência de fazer um pagamento em vez de 5.

5. Zere o saldo mensal em cartões de crédito. Pense em cartões de crédito apenas como conveniência … e não como empréstimo. Quando usar o cartão, reserve o mesmo dinheiro na sua conta bancária. Com essa filosofia, você não pagará juros e ainda assim obterá todos as vantagens, pontos e bônus que o seu cartão de crédito oferece.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Carro na Enchente

Seguro de Automóveis pode cobrir prejuízos com enchentes
Carro na água tem cobertura se o seguro for total e não houver imprudência ou negligência do condutor, ressarcimento é garantido. Com a chuva que não para, todo mundo está sujeito a ver o seu carro total ou parcialmente embaixo d água. Pra quem tem seguro, porém, há um consolo: as empresas são obrigadas a dar cobertura para este tipo de ocorrência, salvo algumas exceções.

Todos os anos, o número de sinistros (acionamento do seguro após algum acidente) ocasionados pela chuva aumentou entre 20% e 25%, segundo o Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo). Desde que o seguro do carro seja total, qualquer tipo de alagamento estará automaticamente coberto e poderá ser pleiteado junto à seguradora. Exceto em casos de negligência, onde o motorista entra na enchente de propósito, o seguro cobre todas as outras ocorrências relacionadas ao problema.

Como exemplo de negligência, eu posso citar o caso real de um policial militar de São Paulo que proibiu um motorista de avançar com o carro em uma região alagada mas mesmo assim, o motorista insistiu, entrou no local e o carro ficou totalmente danificado. O policial fez o boletim de ocorrência, especificando que havia proibido o motorista de avançar mas que foi desobedecido.

NEGLIGÊNCIA. Neste caso, a seguradora pode se recusar a pagar pelos danos, e é muito pouco provável que essa decisão seja revertida, mesmo judicialmente, já que foi caracterizada a negligência inclusive com registro num documento oficial, que é o boletim de ocorrência.

Mas com exceção de casos como este, em que a negligência ou imprudência do motorista sejam comprovadas com testemunhas ou com o registro de alguma autoridade, a seguradora pagará todos os incidentes ocasionados por água da chuva.

As diferenças entre os casos são sutis, é verdade. Por exemplo: se uma via está inundada, mas todos os carros passam e só o seu fica, não se trata de imprudência. Por outro lado, se nesta mesma via apenas caminhões conseguem passar e ninguém mais teve sucesso na tentativa, e você insiste em atravessar o local, se houver testemunhas, a seguradora pode alegar que foi cometida uma imprudência e não pagar nada.

Nesta situação, o motorista agravou o risco - atitude equivalente, por exemplo, a parar o carro à noite em um lugar deserto com as portas abertas e a chave no contato.